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Relembre: Há 30 anos Tricolor batia Milan e sagrava-se bicampeão do mundo

6 de dezembro de 2023
São Paulo contra Milan em 1993.

Índice

  • 1 São Paulo vivia melhor fase de sua história
  • 2 O caminho do São Paulo para o mundial de 1993
    • 2.1 Após Libertadores 1993, Raí vai para o PSG
    • 2.2 Milan subsititui Marseille após escândalo 
  • 3 Bola rola com dúvidas sobre permanência de Telê, e domínio do Milan
  • 4 Segundo tempo emocionante e gol do título com o “coração”
  • 5 Ficha técnica sobre a partida:

Foi no dia 12/12/1993 que o São Paulo conquistava o seu segundo título mundial, a época chamada de Copa Intercontinental (ou simplesmente Copa Toyota, por conta do patrocinador). Com tal glória, o Tricolor Paulista fez história, se igualando ao lado do lendário Santos, de Pelé, até então o único time brasileiro com o bicampeonato mundial.

E se, em 1992, o Tricolor de Telê Santana bateu o poderoso Barcelona, de Johan Cruyff, em 1993 a história não seria diferente. Encontrariam o também gigante Milan, em um duelo emocionante, decidido com um gol sobrenatural do atacante Muller. Relembre os detalhes que fizeram parte do bicampeonato mundial do São Paulo! 

 

São Paulo vivia melhor fase de sua história

Fundado no ano de 1930, o Tricolor Paulista já era um dos grandes do futebol brasileiro. Mas a conquista do mundial de 1993 foi a coroação de uma geração histórica para a torcida tricolor. Seria o último grande título erguido daquele super time formado ainda em 1990, pelo recém chegado Telê Santana. Naquele período os são-paulinos eram uma máquina de conquistar títulos:

  • Campeonato Paulista: 1991 e 199
  • Campeonato Brasileiro: 1991
  • Copa Libertadores da América: 1992 e 1993
  • Mundial de Clubes: 1992

 

O caminho do São Paulo para o mundial de 1993

A trajetória do São Paulo rumo ao mundial de 1993 foi relativamente tranquila, dado ao ótimo time tricolor. Na Libertadores daquele ano a equipe já entrou na fase oitavas de final, por ser o então campeão. Após eliminar Newell´s Old Boys, Flamengo e Cerro Porteño, o Tricolor Paulista goleou a Universidad Católica por 5 a 1 no Morumbi, no primeiro jogo da final. Na volta, se deu ao luxo de perder por 2 a 0 no Chile e aida assim levantar a taça.

 

Após Libertadores 1993, Raí vai para o PSG

Raí deixa São Paulo antes do título mundial de 1993.

Raí deixa São Paulo antes do título mundial de 1993 – Foto: Reprodução/Internet

Então maior ídolo do São Paulo e símbolo da conquista do título mundial de 1992, Raí deixa o Tricolor Paulista após conquistar o bicampeonato da Libertadores em 1993. Com a saída do camisa 10, o clube encontrou no retorno de Leonardo como a solução. O meia-lateal vinha de passagem pelo Valência/ESP. 

Apesar dessa mudança, o elenco-base vencedor se manteve. Zetti, Ronaldão, Cafú, Toninho Cerezo, Palhinha e Muller eram as referências.

 

Milan subsititui Marseille após escândalo 

Naquele ano, o Milan foi o vice-campeão da Liga dos Campeões, sendo derrotados na final para o Olympique de Marseille. Porém, por conta de um escândalo de compra de árbitros pelos franceses no campeonato nacional, o título da equipe francesa foi cassado. 

Dessa forma, o Milan foi promovido ao Mundial de Clubes de 1993, com um elenco recheado de grandes jogadores, mas com a ausência de Marco Van Basten, mais uma vez lesionado.

 

Camiseta Terror do Morumbi - São Paulo.

 

Bola rola com dúvidas sobre permanência de Telê, e domínio do Milan

Antes da bola rolar para a final do Mundial de Clubes de 1993, pairava a dúvida se Telê Santana aceitaria ou não a proposta para ser o treinador da Seleção Japonesa. Contudo, a indicação era de que o técnico recusaria tal oferta. 

Em plena madrugada no Brasil, a bola começou a rolar com a presença de mais de 52 mil torcedores pagantes. O Milan iniciou melhor, apertando a saída de jogo do São Paulo e levando perigo ao gol de Zetti, logo acertando uma bola na trave. Porém, no contra-ataque, Cafú cruzou e Palhinha abriu o placar.

Mestre Telê Santana! 🇾🇪

No dia 26 de julho de 1931, nasceu em Itabirito, Minas Gerais, ele que se tornaria um dos maiores ídolos da história do São Paulo Futebol Clube.

🏆Pelo Tricolor, Telê foi Campeão Mundial Interclubes 1992 e 1993; da Taça Libertadores da América 1992 e… pic.twitter.com/WrNfOH7eC5

— Arquibancada Tricolor (@arqtricolor) July 26, 2023

 

Segundo tempo emocionante e gol do título com o “coração”

Gol do título mundial do São Paulo em 1993.

Gol do título mundial do São Paulo em 1993 – Foto: Reprodução/Internet

No início da segunda etapa, o destino puniu Palhinha, que desviou e a bola sobrou para zagueiro francês Desailly, que tocou para Massaro empatar. Pouco depois, Leonardo recebe pelo lado esquerdo do próprio Palhinha e dá passe açucarado para o veterano Toninho Cerezo deixar o São Paulo em vantagem novamente. 

O autor do segundo gol estava restes a ser substituído por Telê, que decidiu manter o veterano em campo, com Palhinha dando lugar para Juninho Paulista. E tal alteração se mostrou feliz. Antes, porém, o Milan empatou o jogo com gol de Jean Pierre-Papin.

Mas seria Toninho Cerezo quem daria o passe para Muller anotar o gol do título do São Paulo 1993, do bicampeonato mundial. 

O gol anotado pelo atacante tricolor foi meio atrapalhado, mas nas palavras do narrador Galvão Bueno foi descrito da seguinte maneira:

“Meio de costas, meio com o joelho, mas muito com o coração!”

 

Ficha técnica sobre a partida:

  • Data: 12 de Dezembro de 1993
  • Local: Estádio Nacional de Tóquio
  • Árbitro: Joel Quinou (FRA)
  • Melhor jogador: Toninho Cerezo
  • São Paulo: Zetti; Cafú, Válber, Ronaldão, André Luiz; Doriva, Dinho, Toninho Cerezo, Leonardo; Palhinha (Juninho Paulista) e Müller. Técnico: Telê Santana.
  • Milan: Rossi, Panucci, Costacurta, Franco Baresi e Paolo Maldini; Albertini (Orlando), Donadoni e Desailly; Massaro, Papin e Raduciou (Tassoti). Técnico: Fábio Capello.

 

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Leonardo Silva
Leonardo Silva
Jornalista, apaixonado por esportes e sobretudo, pela história do futebol.

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Brasil x CCCP (União Soviética)

Amistoso: 21 de novembro de 1965

Resultado final: 2-2

Gols: Gérson e Pelé (BRA), Banishevski, Metreveli (URSS)

Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil, com mais de 117 mil torcedores presentes.

Escalação brasileira: Manga, Djalma Santos, Belini, Orlando e Rildo; Dudu, Gerson e Pelé; Jairzinho, Flávio e Paraná. Técnico: Vicente Feola.

Escalação da União Soviética: Lev Yashin; Ponomarev, Shesterniev, Afonin (Khurtsilava) e Danilov; Voronin (Khusainov) e Sabo; Metreveli, Banishevski, Malofeiev (Meskhi) e Kopaev. Técnico: Nikolai Morozov.

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