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Pancadaria histórica: Brasil vence Uruguai e Rivellino foge pelas escadarias do Maracanã

4 de junho de 2025
Rivellino era temperamental dentro de campo. Foto: Reprodução/Internet

Rivellino era temperamental dentro de campo. Foto: Reprodução/Internet

Foi no dia 28 de abril de 1976 que a seleção brasileira venceu o Uruguai por 2 a 1, em confronto válido pela Taça do Atlântico. Mas o jogo acabou entrando para a história mesmo por uma confusão e pancadaria generalizada.

 

Um jogo com vários elementos para ser histórico dentro de campo. O promissor Dario Pereyra vestia a camisa 10 do Uruguai, enquanto pela seleção brasileira, Rivellino e Zico brilhavam em uma simbólica passagem de bastão do veterano para a jovem promessa, ainda nos seus 23 anos.

E como era comum naquele tempo nas partidas de Brasil versus Uruguai, o confronto ficou marcada por uma histórica pancadaria generalizada após o apito final, com direito a Roberto Rivellino fugindo e se jogando nas escadarias dos vestiários do Maracanã.

 

1976 Brasil x Uruguai – O que aconteceu?

O jogo entre Brasil versus Uruguai foi bastante físico, com muita pegada, coisa também comum naquela época onde não se tinham dezenas de câmeras e o VAR para analisar cada jogada.

As duas seleções faziam faltas duras, principalmente os uruguaios, que utilizavam desse recurso para parar o talento brasileiro. Zico era o jogador mais visado, sendo o “protagonista” da jogada que desencadeou toda a confusão.

Faltava apenas um minuto para o apito final, o Brasil vencia de virada por 2 a 1, com um belo gol de Rivellino e outro do Galinho – de pênalti. Foi então que, na reta final, o craque do Flamengo fez grande jogada, passando por toda a defesa uruguaia, até ser parado pelo lateral Sergio Ramirez, na entrada da área.

Uma falta forte, mas falta de jogo, como se dizia antigamente.

Ali começou o primeiro tumulto, com Rivellino acertando um soco em Ramirez, no meio da confusão.

 

 

PANCADARIA HISTÓRICA!

Após alguns minutos de paralisação, Marco Antônio cobrou a falta e acertou o travessão. Em seguida o jogo foi encerrado, desencadeando a partir daí em uma confusão ainda maior. Ramirez, que havia recebido o soco do camisa 10 brasileiro, foi atrás do brasileiro, resultando em uma cena memorável…

Imaginem, nos dias de hoje, nosso Vini Jr (maior nome da seleção brasileira atual) ter que sair correndo para “não apanhar” do adversário, dentro de campo, e se jogar nas escadarias do estádio do Maracanã. E foi o que aconteceu com o nosso craque – e também temperamental dentro das quatro linhas – o inesquecível Roberto Rivellino.

Na descida para os vestiários, Rivellino conseguiu escapar do tumulto. Entretanto, Ramirez não teve a mesma sorte. Ele recebeu socos e pontapés de todos que estavam perto da briga. A pancadaria durou alguns minutos, com ambas as partes trocando murros.

No fim das contas, os ânimos se acalmaram.

O Brasil foi campeão da Taça do Atlântico de 1976, com este episódio marcado para sempre na história da seleção brasileira e do antigo estádio do Maracanã, nos tempos da Geral e de um futebol brasileiro popular.

 

RIVELLINO E RAMIREZ TORNARAM-SE AMIGOS

No ano seguinte, em 1977, Ramirez foi contratado pelo Flamengo. A expectativa era grande para o reencontro com Rivellino, que a época fazia parte da Máquina Tricolor. Mas os dois fizeram as pazes, se enfrentando por diversas vezes em Fla-Flu, sem qualquer confusão.

Nos dias de hoje, em entrevista para o portal UOL, Ramirez lembra do episódio com bom humor.

“Quando eu peguei na bola, o árbitro encerrou o jogo e eu vi ele (Rivellino) do meu lado esquerdo e aí eu parti pra cima dele”.

 

“Eu fiquei louco, doido, eu apanhei muito, mas um detalhe: eu não avisei ninguém que faria aquilo, fui sozinho, meus amigos demoraram pra chegar, mas eu apanhei bastante, de repórteres, policiais, jogadores do Brasil, mas não fraturei nada não, foi coisa de guri. Eu estava com 24 anos e hoje somos amigos”, disse o uruguaio.

 

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Gabriel Câmara
Gabriel Câmara
Jornalista especilizado em jornalismo esportivo e novas mídias, editor de Conteúdo no Lendas do Futebol.

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Um duelo histórico! O Estádio do Maracanã, com capacidade para 117.000 espectadores, foi palco de um amistoso entre duas potências do futebol mundial.

A partida terminou empatada em 2 a 2, um jogo que simbolizou não apenas o talento em campo, mas também a grandeza de uma época em que o futebol já unia nações e encantava multidões.

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Brasil x CCCP (União Soviética)

Amistoso: 21 de novembro de 1965

Resultado final: 2-2

Gols: Gérson e Pelé (BRA), Banishevski, Metreveli (URSS)

Local: Estádio do Maracanã, Rio de Janeiro, Brasil, com mais de 117 mil torcedores presentes.

Escalação brasileira: Manga, Djalma Santos, Belini, Orlando e Rildo; Dudu, Gerson e Pelé; Jairzinho, Flávio e Paraná. Técnico: Vicente Feola.

Escalação da União Soviética: Lev Yashin; Ponomarev, Shesterniev, Afonin (Khurtsilava) e Danilov; Voronin (Khusainov) e Sabo; Metreveli, Banishevski, Malofeiev (Meskhi) e Kopaev. Técnico: Nikolai Morozov.

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