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Em 1976, Cruzeiro e Internacional fizeram o maior jogo na história do Mineirão!

2 de junho de 2021
Cruzeiro e Internacional, no maior jogo do Mineirão.

Índice

  • 1 Partida foi válida pela Copa Libertadores da América
  • 2 Antes da bola rolar, o clima era de revanche para o Cruzeiro
  • 3 Cruzeiro vs Internacional: A maior partida na história do Mineirão!
    • 3.1 No jogo de volta, no Beira-Rio, nova vitória do Cruzeiro!
  • 4 Libertadores 1976: O Cruzeiro conquista a América!

Partida foi válida pela Copa Libertadores da América

Foi no ano de 1976 que o EC Cruzeiro conquistou a sua primeira Copa Libertadores da América, dez anos após levantar a Taça Brasil, na geração de Tostão e Dirceu Lopes, em cima do Santos de Pelé. Ao faturar o torneio continental, a Raposa se colocou de vez como uma das principais equipes não apenas do cenário nacional, mas também sul-americano. E tudo isso graças a uma geração de craques que contou com, entre outros, Raul Plassmann, Piazza, Dirceu Lopes, Jairzinho e Palinha. Era um timaço!

Na competição, o time cruzeirense realizou verdadeiros confrontos épicos, como o 3 a 1 sobre a LDU/EQUA, e o 7 a 1 em cima do Alianza Lima/PE, além da finalíssima contra os argentinos do River Plate. Porém, nenhuma dessas partidas foram tão marcantes quanto os dois confrontos contra o Internacional, ainda na fase de grupos.

E logo no primeiro jogo, ambos os clubes protagonizaram aquele que seria, para muitos, o maior duelo na história do estádio do Mineirão, com uma vitória cruzeirense por 5 a 4. Na partida de volta, em pleno estádio do Beira Rio, o time celeste levou novamente a melhor, agora por 2 a 0. Além do mais, a Raposa batia o atual campeão brasileiro, em um tom de revanche, por conta da final do Campeonato Brasileiro de 1975.

Antes da bola rolar, o clima era de revanche para o Cruzeiro

Gol de Figueroa no Campeonato Brasileiro de 1975.

Na década de 1970, Cruzeiro e Internacional estavam entre as principais equipes do futebol brasileiro. Como reflexo disso, ambas as equipes protagonizaram a grande decisão do Campeonato Brasileiro de 1975.

Donos da melhor campanha da competição, o Colorado teve a vantagem de jogar dentro de casa a única partida da grande final. Assim, o time fez valer o mando de jogo e venceu por 1 a 0, com o famoso “gol iluminado” do zagueiro Elias Figueroa.

Por protagonizarem essa grande decisão nacional, Cruzeiro e SC Internacional garantiram vaga para a edição de 1976 da Copa Libertadores da América. Inclusive, naquela época, a competição abrigava apenas dois representantes por país, sendo que ambos já se encontravam na primeira fase de grupos. Portanto, aqueles dois confrontos seria a grande chance de revanche por parte do lado Azul Celeste.

Com o Mineirão lotado, com mais de 65 mil pessoas, a expectativa era de um verdadeiro clássico entre duas das melhores equipes do país.

De um lado, o Internacional, atual campeão brasileiro, e que contava com uma equipe recheada de estrelas. Elias Figueroa, Paulo Roberto Falcão, Caçapa, Valdomiro e o goleiro Manga, entre outros, eram comandados pelo lendário técnico Rubens Minelli.

Já do lado azul o Cruzeiro não ficava para trás, e tinha um time estrelado. Contava com alguns dos melhores jogadores do período, entre eles o furacão da Copa do Mundo de 1970, Jairzinho. Na ocasião, ele chegava para substituir Dirceu Lopes que estava fora da competição por conta de uma grave lesão. Junto do atacante, o time comandado por Zezé Moreira tinha o goleiro Raul Plasmann, Palhinha, Joãozinho, Nelinho e o zagueiro também tricampeão mundial, Piazza.

Cruzeiro vs Internacional: A maior partida na história do Mineirão!

Qual é o maior jogo do Cruzeiro que você já assistiu? 🤔

Para muitos, é a partida desta foto: vitória por 5 a 4 sobre o Internacional-RS, na Libertadores de 1976. Apontado como o maior jogo da história do Mineirão! 🦊💙

Comente com sua resposta e a hashtag #CruzeiroCentenario pic.twitter.com/B88Vj1rSpg

— Cruzeiro 🦊 (@Cruzeiro) December 29, 2020

Para o primeiro duelo na fase de grupos da Copa Libertadores da América de 1976, o Internacional contava com suas principais estrelas. Por outro lado, o Cruzeiro Esporte Clube teve um importante desfalque em seu sistema defensivo, o volante e capitão Piazza, que estava com uma pequena lesão. E o que se viu nesta partida foi um festival de gols.

Logo aos 3 minutos de jogo, Joãozinho disparou pelo lado esquerdo e cruzou para Palhinha abrir o placar, 1×0. Pouco depois, o próprio Palhinha recebeu rebote de Figueroa e ampliou para o Cruzeiro, 2×0. Porém, o atacante Lula diminuiu para os colorados, ao receber livre pelo lado esquerdo, 2×1.

Mas o atacante Joãozinho estava inspirado naquele dia. Em um belo chute cruzado e com muita força, fez o 3º do time cruzeirense. Antes de fechar o primeiro tempo, Valdomiro colocou fogo no jogo, ao diminuir o marcador mais uma vez, 3×2.

Já no segundo tempo, o meia Zé Carlos fez contra e o Internacional empatou o confronto, deixando toda a torcida cruzeirense aflita. Para piorar, o atacante Palhinha foi expulso aos 12 minutos e tudo parecia desmoronar para o time da casa. Foi então que Joãozinho chamou a responsabilidade e, em um chute no contrapé do goleiro Manga, anotou um belo gol, 4×3.

Para se entender o tamanho das duas equipes, quão bons eram, o Internacional chegaria novamente ao empate. Vacaria cruzou da esquerda para Escurinho desviar de cabeça para o meio da área e Ramon completar para o gol também de cabeça, 4×4.

E quando o jogo parecia se arrastar para um empate histórico, o craque da partida, Joãozinho, foi derrubado dentro da área. Pênalti. Nelinho foi para a cobrança e, com paradinha, bola de um lado, goleiro para o outro, sacramentou a vitória naquela que é considerada a maior partida na história do Mineirão.

No jogo de volta, no Beira-Rio, nova vitória do Cruzeiro!

Após vitória histórica do Cruzeiro no estádio do Mineirão, a expectativa era de que o Internacional desse o troco no jogo de volta, em pleno Beira-Rio. Porém, não foi isso que aconteceu, e os colorados acabaram dominados pelo rival.

Mais próximo da classificação, o Cruzeiro não tomou conhecido do adversário e venceu a partida pelo placar de 2 a 0. Novamente, Joãozinho e Palhinha foram os grandes protagonistas da partida e anotaram os gols. Na ocasião, o time celeste estava completo, incluindo a presença de Wilson Piazza, capitão e líder do time mineiro.

Com esse resultado, a Raposa garantiu a classificação para a segunda fase da Copa Libertadores da América. Enquanto que o Internacional se despediu de maneira precoce, e ainda com uma partida a ser realizada na fase de grupos.

Libertadores 1976: O Cruzeiro conquista a América!

Cruzeiro ergue a taça da Libertadores de 1976.

Ainda no mesmo grupo da Copa Libertadores de 1976, o Cruzeiro passou por outros adversários além do SC Internacional. Em um grupo que também contava com Deportivo Luqueño e Olímpia, ambos do Paraguai, a Raposa terminou invicta com 11 pontos, numa época que a vitória valia 2. Sendo que o único jogo que os cruzeirenses não venceram foi contra o Olímpia, na casa dos adversários.

Já na segunda fase de grupos, como um dos favoritos ao título, o time celeste passeou por cima de seus adversários. Contra o Alianza Lima, duas goleadas. 4 a 0 no Peru e 7 a 1 no Mineirão. Contra o outro time do grupo, a LDU, mais dois resultados positivos. Um épico 3 a 1 na altitude de Quito e 4 a 1 em casa.

Com esse desempenho, o Cruzeiro se classificou para a final, onde encarou o River Plate em três jogos. O primeiro deles, no Mineirão, a raposa passeou e goleou os argentinos por 4 a 1. Na volta, no Monumental de Nuñez, os adversários venceram por 2 a 1, forçando uma terceira partida. Assim, em jogo épico em Santiago do Chile, o time celeste venceu por 3 a 2, com gol salvador de Joãozinho já no final do jogo.02

Leonardo Silva
Leonardo Silva
Jornalista, apaixonado por esportes e sobretudo, pela história do futebol.

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In 1965, Manchester United and Liverpool faced each other in memorable matches for the First Division and the FA Charity Shield. The highlight was United's 3-0 victory at Old Trafford in April, with goals from Denis Law (2) and John Connelly, as well as a 2-2 draw in the Charity Shield in August.

This period was the peak of the rivalry in the 1960s, with both teams dominating English football under the leadership of Matt Busby (United) and Bill Shankly (Liverpool).

Here we have the best moments of the Red Devils' historic 3-0 victory over the Reds.

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Manchester United 3-0 Liverpool FC

First Division - Old Trafford
April 24, 1965
Audience: 55,772

Manchester United: Pat Dunne, Shay Brennan, Tony Dunne, Paddy Crerand, Bill Foulkes, Nobby Stiles, John Connelly, Bobby Charlton, Noel Cantwell, Denis Law, George Best. Manager: Matt Busby

Liverpool FC: Tommy Lawrence, Chris Lawler, Gerry Byrne, Tommy Smith, Ron Yeats (c), Willie Stevenson, Bobby Graham, Roger Hunt, Geoff Strong, Phil Chisnall, Peter Thompson. Manager: Bill Shankly

Goals: Denis Law (39', 58'), John Connelly (80').

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