Vasco da Gama

43 Títulos Oficiais
11 Milhões de Torcedores
logo-vasco-da-gama
Vasco da GamaRio de Janeiro - Brasil
Fundação 20 de agosto de 1898
Estádio / Capacidade São Januário / 22 mil
Apelidos Gigante da Colina / Vascão
Principais rivais Flamengo / Fluminense / Botafogo
Apelido da torcida Cruzmaltino
Mascote Almirante Bacalhau
Libertadores

1998

Títulos conquistados pelo clube

Títulos Continentais

Competição Títulos Temporada
Copa Libertadores 1 1998
Copa Mercosul 1 2000

Títulos Nacionais

Competição Títulos Temporada
Campeonato Brasileiro 4 1974, 1989, 1997, 2000
Copa do Brasil 1 2011
Torneio Rio-São Paulo 3 1958, 1966, 1999

Títulos Regionais

Competição Títulos Temporada
Campeonato Carioca 24 1923, 1924, 1929, 1934, 1936, 1945,1947, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988, 1992, 1993, 1994, 1998, 2003, 2015, 2016

História

Fundação e primeiras décadas do Vasco da Gama

Estádio São Januário

A história do Vasco da Gama começou no dia 21 de agosto de 1898. Na época, 62 idealistas portugueses e brasileiros que eram ligados a colônia portuguesa, realizaram uma reunião no salão do sobrado e decidiram fundar um novo clube para disputar competições de Remo. Foi dessa reunião que surgiu o Club de Regatas Vasco da Gama, em homenagem ao navegador português Almirante Vasco da Gama.

Além da relação com a colônia portuguesa, a adoção do nome Vasco da Gama ocorreu também devido a fundação ter ocorrido no ano de aniversário de 400 anos da descoberta da rota marítima para as Índias, em 1498.

Para simbolizar o clube, foram escolhidas as cores preto, branco e vermelho, que foram estilizados na Cruz da Ordem de Cristo, que se tornou o símbolo do clube. Como as pessoas confundiram a Cruz da Ordem de Cristo com a Cruz de Malta, o clube acabou sendo conhecido como “cruzmaltino”.

Após sua fundação, o Vasco da Gama passou a disputar jogos de futebol apenas em 1916, quando entrou na terceira divisão Estadual. Poucos anos depois, em 1923, o Vasco subiu de divisão e desde então atua pela primeira divisão do Campeonato Carioca. Outras modalidades famosas na história do clube além do remo e futebol são o atletismo, vôlei de praia, basquete e futebol de areia.

Décadas de 1920 e 1930: Os primeiros grandes times do Vasco da Gama

A primeira grande equipe montada pelo Vasco da Gama foi entre os anos de 1929 a 1932, quando o clube conquistou o tetracampeonato do Torneio Início, feito único entre os Cariocas. O Torneio Início era um campeonato em que todos os jogos eram disputados em um único dia. Uma curiosidade é que o Cruz-Maltino venceu todas as finais pelo placar mínimo, 1 a 0, enfrentando América (1929), Bangu (1930), Fluminense (1931) e Botafogo (1932), respectivamente.

Sinal do forte time montado, 4 jogadores do Vasco foram convocados para representar a Seleção Brasileira na 1º Copa do Mundo, em 1930, no Uruguai: Brilhante, Itália, Fausto e Russinho. Durante a Copa do Mundo de 1930, Fausto recebeu o apelido de “Maravilha Negra” pela mídia uruguaia, devido ao seu desempenho, que também atraiu a atenção de clubes do exterior.

Aproveitando o impulso da participação na Copa do Mundo no Uruguai, o Vasco fez a sua primeira excursão para a Europa em 1931, sendo o primeiro clube do Rio de Janeiro e o segundo do Brasil a realizar esse feito. A equipe se reforçou com alguns atletas do Botafogo e Fluminense, formando um belo esquadrão, e realizou 12 jogos entre Espanha e Portugal. O resultado foi de 8 vitórias, 1 empate e 3 derrotas, colocando 45 bolas na rede e sofrendo 18 gols. Os jogos serviram para melhorar a reputação do futebol brasileiro com os estrangeiros, e de quebra, Jaguaré e Fausto acabaram sendo contratados pelo Barcelona.

O tour na Europa serviu para melhorar a reputação do futebol brasileiro no exterior, e de quebra, resultaram na venda de Jaguaré (goleiro) e  Fausto (volante) para o Barcelona.

Entre 1933 e 1934, o Vasco se reforça ainda mais com a aquisição dos craques Leônidas da Silva e Domingos da Guia, dois dos melhores jogadores brasileiros da época em suas respectivas posições.  Embora tenham jogado juntos somente em 1934, o time não fez feio e ganhou o campeonato carioca do mesmo ano.

Curiosidade: O Vasco recebeu o apelido de Gigante da Colina, pelo fato de sua sede estar localizado em uma região elevada de São Januário, daí vem colina. O “Gigante” vem, segundo alguns, devido ao Vasco ter construído em 1927 o São Januário, maior estádio da época. Daí, veio o “Gigante da Colina”.

Décadas 1940 e 1950: O “Expresso da Vitória” e Ademir de Menezes

O Expresso da Vitória

Repetindo o sucesso do início da década de 1930, nas duas décadas seguintes o Vasco da Gama conseguiu repetir o feito de construir times fortes. O esquadrão do Vasco nas décadas de 1940 e 1950, entre os anos 1944 e 1953, ficou conhecido como “Expresso da Vitória”.

Dentro os feitos do Expresso, a equipe conquistou seu primeiro título sul-americano de forma invicta o Campeonato Sul-Americano de Clubes, em 1948, tendo derrotado inclusive o River Plate de Di Stéfano. Além disso, a equipe enfileirou um Pentacampeonato Carioca com três títulos invictos; e um Tricampeonato Municipal do Rio de Janeiro, sendo um de forma invicta.

O Vasco mandava no Rio de Janeiro e na América naquela época.

A formação principal utilizada era um ousado 2-3-5, tática relativamente no futebol mundial da época. O time abusava da velocidade e da qualidade da sua linha ofensiva.

Além disso, o Expresso do Vasco também trazia uma inovação tática. A equipe teria sido a primeira no país a utilizar o esquema tático 4-2-4, que seria o mesmo da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1958 e depois adotado por outros times brasileiros.

O time base daquela época foi: Barbosa; Wilson (Augusto) e Rafagnelli; Danilo (Alfredo II), Jorge e Ely; Lelé (Ismael/Chico), Friaça (Nestor/Heleno de Freitas), Ademir de Menezes (Jair), Djalma e Maneca (Dimas/Ipojucan).

Como treinadores, a equipe teve o Uruguaio Ondino Viera em 1945, Ernesto Costa, em 1956; Flávio Costa de 1947 até 1950; e Gentil Cardoso, em 1952.

O elenco vascaíno era recheado de estrelas, porém, o principal nome foi Ademir Marques de Menezes, o “Queixada”. Ele atuou no Vasco de 1942 até 1956 com uma passagem pelo Fluminense no meio do período, em 1946/47. Ademir  de Menezes foi durante décadas o maior artilheiro da história do Vasco, com 301 gols, até ser superado por Roberto Dinamite e Romário.

As boas atuações de “Queixada” no Gigante da Colina renderam vaga na Seleção Brasileira, participando de quatro edições da Copa América e da Copa do Mundo de 1950, competição da qual foi artilheiro com 8 gols.

 

Ademir de Menezes

Vasco bicampeão Mundial? A polêmica dos títulos de 1953 e 1957

A década de 1950 viu o Vasco se destacar ainda mais no cenário internacional. O Vasco da Gama obteve dois títulos em competições à época consideradas como Mundiais. Porém, com o passar do tempo, deixou de ter status de mundial, fato que gera polemica até hoje. Porém, não se pode negar que são torneios com grande importância histórica.

1953: Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer

Em 1953, no Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer, disputado no Rio de Janeiro, participaram no Grupo com sede no Rio de Janeiro Vasco, Botafogo e Fluminense (Brasil), além do Hibernian (Escócia).

No Grupo com sede em São Paulo, participaram Corinthians e São Paulo(Brasil), além do Sporting (Portugal) e o Olímpia (Paraguai). Todos os brasileiros avançaram para a próxima fase. O Vasco foi o líder do Grupo 1, empatando por 3 a 3 com o Hibernian e vencendo Fluminense e Botafogo, ambos por 2 a 1.

Na semifinal, o Cruz Maltino venceu o Corinthians duas vezes, por 4 a 2 e por 3 a 1. Na final, contra o São Paulo, mais duas vitórias, sendo 1 a 0 na capital paulista e por 2 a 1 no Rio de Janeiro.

O artilheiro da competição foi um jogador vascaíno, Pinga, que colocou seis bolas nas redes.

1957: Torneio Internacional de Paris

Quatro anos depois, em 1957, foi a vez do Vasco conquistar o Torneio Internacional de Paris. Foi um título bem especial. Além do time brasileiro, Racing de Paris (França), Real Madrid (Espanha) e o Rot-Weiss Essen (Alemanha) disputaram a competição, que foi em sistema de semifinal e final.

Diante dos donos da casa, na semifinal, o Vasco venceu por 3 a 1, garantindo a sua vaga na decisão. Do outro lado, o Real Madrid de Alfredo Di Stéfano aplicou 5 a 0 com facilidade no clube alemão.

Na decisão, o público viu um jogão, com uma atuação magnifica dos brasileiros. O Real Madrid vinha de um bicampeonato da Copa dos Campeões da UEFA, e era considerado o melhor time do mundo na época. Porém o Vasco foi guerreiro, e com gols de Válter, Vavá, Livinho e Sabará venceu o todo poderoso Real Madrid por 4 a 3, ficando com o título.

Década de 1960: década de poucos títulos

A torcida vascaína, acostumada a ver o time brilhar nas décadas anteriores, passou a década de 1960 comemorando poucos títulos: apenas um campeonato carioca em 1965 e o torneio Rio-SP em 1966.

A espera por títulos de maior expressão se encerrou em 1974.

1974: Título Brasileiro e a ascensão de Roberto Dinamite no Vasco

Vasco campeão brasileiro 1974

 

O ano de 1974 foi mágico para o Vasco da Gama, e estará para sempre marcado na história do clube. Na ocasião, o Cruz-Maltino conquistou pela primeira vez o título do Campeonato Brasileiro, além de ser a primeira conquista da competição por um clube do Rio de Janeiro.

Na época, eram 40 clubes disputando o título da competição, mas o Vasco tinha uma grande arma, Roberto Dinamite, que foi o grande artilheiro do Brasileiro de 74 com 16 gols anotados.

Com dois grupos de 20 clubes, o Vasco avançou na 7ª posição do Grupo A, somando 7 vitórias, 8 empates e 4 derrotas, além de anotar 19 e sofrer 13 gols. Na segunda fase, o Cruz-Maltino avançou na ponta do Grupo 2, que tinha Vitória, Atlético Mineiro, Corinthians, Nacional-AM e Operário-MS.

Na fase final, com Cruzeiro, Santos e Internacional, o Vasco terminou empatado com a Raposa na ponta, ambos com uma vitória e dois empates. Dessa forma, foi necessário um jogo extra, onde os cariocas venceram por 2 a 1, com gols de Ademir e Jorginho Carvoeiro. Dessa forma, a equipe comemorou o seu primeiro título do Campeonato Brasileiro em um Maracanã lotado com quase 113 mil pessoas.

Roberto Dinamite: o maior jogador da história do Vasco?

Um dos maiores nomes da história do Vasco da Gama é Roberto Dinamite, para muitos, o maior ídolo do clube. Atuando nas décadas de 70,  80 e 90, Dinamite entrou em campo em 1110 partidas com a camisa do clube, anotando 702 gols, o que o torna o maior artilheiro da história do clube.

Entre as suas conquistas como jogador do Vasci, além do Campeonato Brasileiro de 1974, faturou o Campeonato Carioca de 1977, 1982, 1987, 1988 e 1992. Além disso, sempre teve o faro de gol bem apurado, sendo o goleador máximo do Brasileirão de 1974 e 1984, e do Carioca em 1978, 1981 e 1985, sem contar as atuações com a camisa da Seleção Brasileira.

Além de ser o maior artilheiro da história do Vasco, Dinamite é o goleador máximo do Carioca, Brasileirão e do Estádio São Januário, a casa do Cruz-Maltino. Entre 2008 e 2014, Roberto ainda foi presidente do clube, em gestão marcada por polemicas, porém, ainda assim conquistou a Copa do Brasil.

1989: o bicampeonato Brasileiro do Vasco da Gama

O ano de 1989 ficou marcado como o da segunda conquista de Campeonato Brasileiro pelo Vasco da Gama. Na primeira fase, o Cruz-Maltino, que estava no Grupo B, avançou na segunda posição, atrás apenas do Palmeiras. Foram 5 vitórias, 4 empates e uma única derrota, anotando 14 e sofrendo sete gols.

Já na segunda fase, mais uma vez no Grupo B, o clube avançou após liderar com 8 vitórias, 8 empates e 2 derrotas, anotando 26 e sofrendo 16 gols. Na decisão o adversário foi o São Paulo, em jogo único. O Vasco não se intimidou com um Morumbi cheio de 71 mil torcedores e venceu por 1 a 0, com gol de Sorato.

Sorato marcou o gol do título em 89

O time base do clube carioca foi: Acácio; Luiz Carlos Winck, Quiñonez, Marco Aurélio e Mazinho; Zé do Carmo, Marco Antônio Boiadeiro e Bismarck; Sorato, Bebeto e William. O técnico era Nelsinho Rosa.

1997-1998: Um período mágico de conquistas do Vasco da Gama

Os anos de 1997 e 1998 ficaram marcados na história do Vasco, como o “Esquadrão Imortal”. Com craques como Odvan, Felipe, Ramón, Juninho, Evair e Edmundo, a equipe conquistou títulos e encantou não apenas o Brasil, mas o mundo todo.

Time base: Carlos Germano; Prates, Odvan, Mauro Galvão e Felipe; Luisinho, Nasa, Juninho Pernambucano e Ramón; Evair e Edmundo. Treinador: Antônio Lopes.

1997: Com Edmundo voando, vence o Campeonato Brasileiro

Edmundo voou em 1997

Em 1997, veio a conquista do terceiro Campeonato Brasileiro. A equipe liderou a fase de classificação com 17 vitórias, 3 empates e 5 derrotas, anotando 55 e sofrendo 32 gols. Na segunda fase, sobrou no Grupo A, com 4 vitórias e 2 empates, anotando 14 e sofrendo 5 gols.

Na final, dois duelos contra o Palmeiras. Por ter melhor campanha, o Vasco jogou por dois empates e foi o que aconteceu. Com show dos goleiros Veloso e Carlos Germano, ambos os jogos terminaram sem gols, e o Cruz-Maltino comemorou o seu terceiro título.

Libertadores 1998: Vasco da Gama conquista a América!

Ao lado de Grêmio, América e Chivas, o Vasco estava no grupo 2 da Libertadores de 1998. Em um grupo duro, o Vasco avançou na segunda posição, com 2 vitórias, 2 empates e 2 derrotas, anotando 7 e sofrendo 4 gols. Nas oitavas de finais, venceu o Cruzeiro por 2 a 1 em casa e empatou sem gols fora.

Nas quartas de finais, empate com o Grêmio fora de casa na ida, por 1 a 1, e vitória por 1 a 0 no Rio de Janeiro. Nas semifinais, contra o River Plate, 1 a 0 no Rio de Janeiro e 1 a 1 na Argentina. Já na decisão, contra o Barcelona de Guayaquil, duas vitórias. 2 a 0 no Rio de Janeiro e 2 a 1 no Equador, garantindo o primeiro título da competição para o Gigante da Colina.

Mundial Interclubes 1998: Vasco da Gama perde para o Real Madrid

No Mundial de 1998, o Vasco encarou o Real Madrid de Roberto Carlos, Hierro, Redondo, Seedorf, Sávio e Raúl. Os brasileiros tiveram uma das melhores atuações da história de um clube da nação verde e amarela na competição, mas não foi o suficiente. Nem mesmo o golaço de Juninho Pernambucano no ângulo deu o título para o Vasco, já que o jogo terminou em 2 a 1 para os espanhóis.

Vasco 2000: Com Romário, vence a Copa Mercosul e o Campeonato Brasileiro

O Vasco da Gama do ano 2000 teve diversos feitos, como a conquista da Copa João Havelange, Copa Mercosul e o vice-campeonato do Mundial de Clubes da Fifa.

O time base da equipe foi: Hélton; Clébson (Paulo Miranda), Odvan, Júnior Baiano (Mauro Galvão) e Jorginho Paulista (Gilberto); Jorginho (Amaral), Nasa (Felipe), Juninho Pernambucano e Juninho Paulista (Ramon/Pedrinho); Euller (Edmundo/Viola) e Romário; treinador por Antônio Lopes até março, Abel Braga até junho, Oswaldo de Oliveiro até começo de dezembro, e encerrando o ano com Joel Santana.

Copa Mercosul 2000: Um título inesquecível

Romario e Juninho Paulista celebram a virada

A Copa Mercosul de 2000 ficou marcada na história. Na primeira fase, no Grupo E, o Vasco da Gama avançou na segunda posição com 10 pontos. Nas quartas de finais, venceu o Rosário central por 1 a 0 no Rio de Janeiro e perdeu pelo mesmo placar na Argentina. Nos pênaltis, 5 a 4 para o Gigante da Colina.

Na semifinal, 4 a 1 sobre o River Plate na Argentina e 1 a 0 no Rio de Janeiro. Já na decisão, o adversário era um poderoso Palmeiras, recheado de craques e naquele momento detentor do título da Libertadores (1999). No primeiro jogo da final, 2 a 0 para o Vasco no Rio de Janeiro, com gols de Juninho Pernambucano e Romário. No segundo jogo, 1 a 0 Palmeiras, gol de Neném.

Com o resultado, foi forçada a disputa do terceiro e decisivo jogo, em São Paulo. O primeiro tempo foi desastroso para os cariocas, com o Verdão abrindo 3 a 0. Porém, na segunda etapa, uma atuação mágica resultou na virada, 4 a 3, com três gols de Romário e um de Juninho Paulista.

Copa João Havelange 2000: Tetra-campeão Brasileiro

Em 2000, o Campeonato Brasileiro foi denominado de Copa João Havelange, contando com 116 clubes. O Vasco avançou na 5ª posição do seu grupo, somando 39 pontos. Foram 11 vitórias, 6 empates e 7 derrotas, anotando 36 e sofrendo 37 gols. Nas oitavas de finais, superou o Bahia com 6 a 5 no placar agregado de dois jogos. Nas quartas de finais, 3 a 2 no Paraná e na semifinal, 5 a 3 no Cruzeiro, ambos no agregado.

Na final, contra o surpreendente São Caetano, 1 a 1 na ida, jogando em São Paulo. No segundo jogo, a partida estava 0 a 0 quando uma grade de São Januário caiu, causando em uma grande confusão e 150 feridos. O jogo foi remarcado, e o Vasco venceu por 3 a 1, gols de Juninho Pernambucano, Jorginho Paulista e Romário, conquistando assim o seu 4º titulo de Campeonato Brasileiro.

A trajetória de Edmundo no Vasco da Gama

Edmundo, o Animal, foi um dos símbolos do Vasco da Gama na década de 90. Ele começou nas categorias de base do clube, no Sub13 em 1983. Passou pelo sub17 e sub20 do Botafogo e retornou ao Gigante da Colina, onde começou como profissional em 1992. Entre idas e voltas, ele ainda encerrou a sua carreira no clube, em 2008.

Ao todo, foram 129 jogos do Animal e 79 gols. Entre os principais títulos, conquistou o Campeonato Brasileiro de 1997 e o Carioca de 1992. Ele ainda foi o artilheiro do Brasileirão em 1997, da Copa do Brasil em 2006 e Bola de Ouro da Revista Placar em 1997.

Era pós 2001: Vasco da Gama se mantém grande, mas perde projeção nacional

Após o ano fantástico de 2000, o Vasco da Gama passou por diversos problemas, inclusive em sua administração. Isso resultou em muitas temporadas sem conquistas e até mesmo rebaixamentos.

Foram três títulos do Carioca, em 2003, 2015 e 2016; Quatro Taças Rio, em 2001, 2003, 2004 e 2017; Duas Taças Guanabara, em 2003 e 2016; Uma Copa do Brasil, em 2011; e um Brasileiro Série B, em 2009.

Romário, os mil gols e sua história no Vasco da Gama

Formado nas categorias de base do Vasco da Gama, o Baixinho teve uma carreira de muito sucesso, tanto no clube como em outros. Porém, apesar de muitas equipes no currículo, Romário sempre teve o carinho do torcedor do Gigante na Colina.

Com a camisa do Vasco foram 402 jogos e 313 gols, o segundo maior artilheiro da história do clube. Além disso, conquistou o Campeonato Brasileiro e a Copa Mercosul em 2000, e o Campeonato Carioca em 1987 e 1988.

O Baixinho ainda ficou com a artilharia do Carioca em 1986, 1987, 1996, 1997, 1998, 1999 e 2000; Copa do Brasil de 1998 e 1999; Copa Mercosul de 1999 e 2000 e o Mundial de Clubes de 2000, isso só com a camisa Cruz-Maltina.

Com a camisa do Gigante da Colina Romário também ficou marcado com outro feito histórico, o seu gol de número 1000. Ele foi feito em 20 de maio de 2007, de pênalti contra o Sport, em São Januário. O Baixinho inclusive tem uma estátua no local.

REFERÊNCIAS:

https://www.vasco.com.br/

https://www.netvasco.com.br/mauroprais/vasco/histor2.html

https://www.imortaisdofutebol.com/2012/08/30/esquadrao-imortal-vasco-1945-1952/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Torneio_Internacional_de_Paris_de_1957

https://pt.wikipedia.org/wiki/Torneio_Octogonal_Rivad%C3%A1via_Corr%C3%AAa_Meyer

https://www.netvasco.com.br/n/209598/relembre-o-1-titulo-brasileiro-do-vasco-em-1974

https://globoesporte.globo.com/futebol/times/vasco/noticia/dinamite-e-indiscutivelmente-o-maior-idolo-do-vasco-listamos-10-craques-que-fizeram-historia-no-clube-vote.ghtml

https://www.netvasco.com.br/n/234539/relembre-a-sele-vasco-campea-brasileira-em-1989

https://www.imortaisdofutebol.com/2012/05/02/esquadrao-imortal-vasco-1997-1998/

https://www.imortaisdofutebol.com/2019/01/22/esquadrao-imortal-vasco-2000/

Maiores técnicos do clube

Maiores artilheiros do clube

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *