PSV Eindhoven

46 Títulos Oficiais
2 Milhões de Torcedores
PSV Eindhoven
PSV EindhovenEindhoven - Holanda
Fundação 30 de agosto de 1913
Estádio / Capacidade Philips Stadion / 35.000
Apelidos Boeren (Camponeses)
Principais rivais Ajax / Feyenoord
Apelido da torcida Camponeses
Mascote Phoxy (Raposa)
UEFA Champions League

1987-88

Títulos conquistados pelo clube

Títulos Continentais

Competição Títulos Temporada
Liga dos Campeões 1 1987-88
Liga Europa 1 1977-78

Títulos Nacionais

Competição Títulos Temporada
Campeonato Holandês 24 1928–29, 1934–35, 1950–51, 1962–63, 1974–75, 1975–76, 1977–78, 1985–86, 1986–87, 1987–88, 1988–89, 1990–91, 1991–92, 1996–97, 1999–00, 2000–01, 2002–03, 2004–05, 2005–06, 2006–07, 2007–08, 2014–15, 2015–16, 2017–18
Copa dos Países Baixos 9 1949–50, 1973–74, 1975–76, 1987–88, 1988–89, 1989–90, 1995–96, 2004–05, 2011–12
Supercopa dos Países Baixos 11 1992, 1996, 1997, 1998, 2000, 2001, 2003, 2008, 2012, 2015, 2016

História

PSV Eindhoven: gigante holandês, lapidador de craques

PSV Eindhoven é um dos maiores da Holanda.

O PSV Eindhoven é um dos maiores clubes da Holanda. Com uma galeria repleta de títulos, a equipe já conquistou competições nacionais e internacionais, como a Champions League e a Europa League. Com as conquistas, vieram as rivalidades com o Ajax e o Feynoord, formando assim um Big 3 de clubes no país.

Ao longo de sua riquíssima história, o PSV se consolidou como um verdadeiro lapidador de craques, contando com nomes como: van de Kerkhof, Koeman, Eric Gerets, Cocu, Luc Nilis, Stam, além de dois brasileiros como destaque, os atacantes Ronaldo e Romário.

Fundação do Eindhoven Football Club PSV

Na cidade de Eindhoven, na Holanda, no dia 31 de agosto de 1913, a equipe foi fundada com o nome de Philips Elftal, por funcionários de uma multinacional holandesa, a Philips.

Na época, a empresa estava em uma celebração dos 100 anos do fim das “Guerras Napoleônicas”, por isso escolheram essa data. Porém, em 1916 alterou o seu nome para Eindhoven Football Club PSV.

A famosa sigla “PSV”, significa Philips Sport Vereniging, na tradução em português, Associação Desportiva Philips. Antes mesmo da fundação, foi construído o seu Estádio, o Philips Sportpark, que servia como um campo de treinamento da empresa Philips. Três anos depois, ele se tornou no Phillips Stadion, local onde o PSV manda os jogos até hoje, sendo o 2ª Estádio mais antigo da Holanda.

1920-1950 – Primeiras décadas e participação na 1ª divisão holandesa

PSV Eindhoven conquista seu primeiro título holandês.

Uma situação curiosa no começo da vida do PSV é que até 1928 apenas pessoas ligadas a empresa Phillips podiam defender as cores da equipe. Inicialmente, o rival do clube era o FC Eindhoveninfos, outra equipe da cidade de Eindhoven, porém, amadora. Na época, as equipes amadoras disputavam as suas ligas, e então os campeões de cada região iam para uma espécie de 1ª Divisão Holandesa, onde era disputado o título.

Curiosamente, após passar a aceitar novos atletas, o PSV Eindhoven começou a vencer não apenas partidas, mas também títulos. Na temporada 1928/29, veio o primeiro, o Campeonato Holandês. O bicampeonato não demoraria a chegar, sendo em 1934/35. Após o bi, um período sem títulos, até que em 1949/50 conquistou a sua primeira Copa da Holanda. Em seguida, o tricampeonato da Liga veio em 1950/51.

1955: Primeiro clube holandês a participar de competições europeias 

No meio de tudo isso, a equipe já vinha mostrando a sua força, contando principalmente com a concorrência do Ajax, de Amsterdã. Porém, com o prestigio, o PSV foi convidado para ser o primeiro clube holandês a disputar uma competição europeia, a Taça dos Campeões Europeus, antecessora da Liga dos Campeões.

Contando com o goleador Coen Dillen, a equipe esperava ir mais longe na competição, mas não foi o que aconteceu. Enfrentando o Rapid Viena, da Áustria, na primeira fase, os holandeses tomaram 6 a 1 no jogo de ida. Na volta, em casa, o 1 a 0 não impediu a eliminação precoce.

1962: Primeiro Campeonato Holandês profissional na Eredivise

Elenco do primeiro título holandês na era profissional da competição.

No ano de 1956, o profissionalismo chegou de vez na Holanda, com a formação da Eredivisie, a 1º Divisão Nacional. Porém, o primeiro título do PSV Eindhoven após isso veio um pouco depois, em 1962.

Contando com Pierre Kerkhofs como o artilheiro, balançando as redes 22 vezes, a equipe conseguiu ficar na frente dos rivais Ajax e Feyenoord, além do potente na época Sparta Rotterdam, e conquistou o seu quarto título do Campeonato Holandês, o primeiro após a profissionalização oficial.

1963-1987: Época de grandes ídolos e primeiro título europeu

Após o seu 4º título da Liga, na era profissional, o PSV Eindhoven viveu uma grande época. Contando com grandes ídolos, como Willy van der Kuijlen a equipe conquistou 5 Campeonatos Holandeses; 2 Copas da Holanda; 1 Europa League e 1 Champions League, o maior título do PSV até hoje.

1964: Chegada de Willy van der Kuijlen, maior ídolo

Wilhelmus Martinus Leonardus Johannes ou simplesmente Willy van der Kuijlen é o maior nome da história do PSV Eindhoven. Ele chegou ao clube em 1964, e com o jogador o clube viveu a sua época de ouro, inclusive, travando batalhas com Johan Cruyff, que jogava no rival Ajax.

Historiadores da época dizem que Cruyff dificultou a vida de Willy na Seleção Holandesa, fazendo com que o jogador não tenha tido tanto espaço com a camisa da Laranja Mecânica, já que ambos tiveram diversos atritos. Dessa forma, ele só atuou em 22 jogos, anotando seis gols.

Porém, com a camisa do PSV Willy brilhou. Com 584 jogos e 333 gols, o meia-atacante fez história, conquistando 3 Campeonatos Holandeses; 2 Copas da Holanda e a Champions League, além de ser três vezes o artilheiro da Liga.

Com 528 jogos e 308 gols apenas em jogos pelo Campeonato Holandês, ele é o maior recordista de gols e jogos pelo PSV e na Eredivisie, atuando no clube de 1964 até 1981.

1973: Os irmãos gêmeos van de Kerkhof se juntam ao PSV Eindhoven

Na temporada de 1973, os irmãos gêmeos Willy van de Kerkhof e René van de Kerkhof, atuaram juntos até 1983. Eles conquistaram a Copa da Holanda, duas vezes; o Campeonato Holandês, três vezes; além da Copa da Uefa. René atuou em 317 jogos e fez 95 gols, saindo em 83 para o Apollon, da Grécia.

Já Willy van de Kerkhof ficou até 1988, conquistando mais três Holandeses, uma Copa e a Champions League. Ele atuou em 485 jogos e anotou 64 gols, encerrando a carreira n equipe.

1976: PSV Eindhoven conquista seu primeiro doblete: Eredivise e KNVP Cup 

Com Willy van der Kuijlen e os irmãos van de Kerkhof, o PSV fez história no ano de 1976, conquistando pela primeira vez a Eredivise (Campeonato Holandês) e KNVP Cup (Copa da Holanda) no mesmo ano. Porém, isso era pouco perto do que estava por vir.

1978: PSV vence a Copa da UEFA contra o Bastia-FRA

PSV Eindhoven conquista seu primeiro título europeu.

O PSV Eindhoven iniciou a sua disputa na Irlanda do Norte, enfrentando o Glenavon F.C. A equipe atropelou, vencendo por 6 a 2 fora de casa e por 5 a 0 na Holanda. Em seguida, contra o Widzew Łódź, da Polônia, começou aplicando 5 a 3 fora de casa, e depois venceu diante dos seus torcedores pelo placar mínimo.

Na terceira fase, recebeu o Eintracht Braunschweig na ida e venceu por 2 a 1, e na volta, na Alemanha, venceu por 2 a 1. Nas quartas de finais, mais um clube alemão. Fora de casa, veio a primeira derrota na competição, 1 a 0 para o 1. FC Magdeburg. Porém, na Holanda, a vitória por 4 a 2 garantiu a vaga na semifinal.

Disputando uma vaga na final, o adversário foi o Barcelona. Os 3 a 0 na Holanda garantiram tranquilidade, mas a volta foi pegada, 3 a 1 Barça, garantindo o PSV na decisão. Na final, o adversário foi o Bastia, da França, e o 1º jogo terminou sem gols. Porém, na Holanda, o 3 a 0 fez a festa dos donos da casa.

1988: O ano dourado do PSV Eindhoven com triplete

Em 1988 o PSV Eindhoven teve o maior ano de sua história. A equipe conquistou o Campeonato Holandês e a Copa da Holanda, porém, o feito mais histórico foi a Champions League, a única até hoje.

Na primeira fase, 3 a 0 em casa sobre o Galatasaray, e derrota por 2 a 0 fora. Em seguida, 2 a 1 e 2 a 0 no Rapid Viena. Nas quartas de finais, diante do Bordeaux, da França, 1 a 1 fora e 0 a 0 em casa, passando graças ao gol longe de seus domínios.

Na semifinal, contra o Real Madrid, a história se repetiu. O time empatou 1 a 1 na Espanha e 0 a 0 na Holanda. Com o gol fora, o PSV se classificou para a final.

Champions League 1988: PSV x Benfica se enfrentam em final morna

Na decisão, em jogo único, o duelo foi na Alemanha, diante do Benfica. Mais de 70 mil pessoas estavam nas arquibancadas, mas o jogo foi fraco, sem muitas chances de gols.

Porém, o resultado foi um empate sem gols. Nos pênaltis, Koeman, Kieft, Nielsen, Vanenburg, Lerby e Janssen converteram todas as suas cobranças para os holandeses, e apenas Veloso desperdiçou para os portugueses.

A base desse time vencedor contava com nomes cmo Koeman, Eric Gerets e Willy van de Kerkhof, Ruud Gullit, além do treinador técnico Guus Hiddink.

Mundial de clubes 1988: PSV perde título para o Nacional-URU

Após vencer a Europa, o ídolo Willy van de Kerkhof se aposentou, então o PSV buscou Romário, o baixinho brasileiro. A primeira disputa com ele era a do Mundial de Clubes de 1988, diante do Nacional, do Uruguai.

Atuando em Tóquio o Nacional abriu o placar com Ostolaza, ais 7 minutos. Já na segunda etapa, aos 75 minutos, Romário brilhou, empatando e mandando o jogo para a prorrogação. Nela, Koeman virou, mas Ostolaza foi as redes novamente, e o jogo para os pênaltis.

Nas cobranças, foram 10 para cada lado. Romário deixou o seu, mas os holandeses perderam por 7 a 6, após Van Aerle desperdiçar a última. Lerby e Kieft também falharam.

1988: Romário se torna o Rei da Holanda

O baixinho Romário chegou ao PSV em 1988, vindo do Vasco, por uma quantia de 6 milhões de dólares, a maior até então. O jogador chegou com status de craque e não decepcionou os torcedores holandeses.

Após a disputa do Mundial de Clubes, o baixinho seguiu brilhando no clube, incluindo sua grande partida contra o Real Madrid na Copa dos Campeões. Romário marcou gol nas duas partidas contra os merengues, mas não evitou a eliminação de seu time. Na mesma temporada, 1988/89, mesmo chegando com o Campeonato Holandês em andamento, o jogador se tornou artilheiro.

Dose que veio a se repetir na temporada seguinte, 1989/90 e Romário mostrou o que ele mais sabia fazer, gols. Porém, o baixinho se machucou no momento derradeiro da competição e não conseguiu ajudar o PSV, que ficou um ponto atrás do rival Ajax.

Porém, o baixinho se recuperou e se tornou mais uma vez o artilheiro do Campeonato Holandês de 1990/91, além de ajudar sua equipe a conquistar a competição. Esse feito foi repetido na temporada 1991-92 e Romário se tornou o rei da Holanda, sendo para alguns o maior jogador que passou pelo PSV.

Sua passagem na equipe holandesa se encerrou em 1993, com uma transferência para o Barcelona, a pedido de Johan Cruyff. Era muito difícil que o PSV conseguisse segurar o jogador que estava chamando atenção de varias equipes do mundo.

Em seu período pelo PSV Eindhoven, Romário conquistou 3 Campeonatos Holandeses e 2 Copas da Holanda. Além disso, o craque conquistou por três vezes a artilharia do campeonato nacional e uma vez da copa. No total, foram 129 gols em 145 jogos, uma média impressionante de 0,88 tentos por partida.

1989-1999: triplete e projeção de grandes craques 

Na década de 90, mais uma época de ouro, conquistando 4 Campeonatos Holandeses; 2 Copas da Holanda e 4 Supercopa da Holanda. O destaque ficou em 1996, quando na mesma temporada levou os três títulos.

A equipe perdeu um dos seus pilares, Gerets, que se aposentou, mas buscou nomes como Cocu, Luc Nilis, Stam, além do jovem Ronaldo, que tinha se destacado no Cruzeiro.

1994: Ronaldo chega para ser o príncipe da Holanda

Ronaldo teve passagem meteórica pela equipe holandesa.

Em 1994, o jovem Ronaldo chegou ao PSV Eindhoven para suprir as saídas de outros craques da equipe. A sombra de outro brasileiro ainda rondava o clube, que era a do craque Romário, que foi um brasileiro que encantou a torcida, se tornando o rei da Holanda. Portanto, o jovem fenômeno tinha a missão de continuar o legado, brigando para ser o príncipe da Holanda.

O craque foi contratado por 6 milhões de dólares, após ter sido sondado pelo rival Ajax. Porém, todo o investimento estava valendo a pena, já que Ronaldo marcou 35 gols em 36 partidas, uma marca incrível de quase um gol por jogo em sua primeira temporada.

Em sua segunda temporada, uma baixa, pois em fevereiro de 1995 o jogador teve que ser submetido a uma cirurgia no joelho. Ali começava a briga de Ronaldo contra as lesões, que viriam a atrapalhar sua carreira, no PSV não foi diferente. Até porque na temporada 1995/96, o craque realizou apenas 21 partidas.

Além da lesão, outro problema atrapalhou sua carreira no PSV, um desentendimento com o técnico Dick Advocaat. Após se recuperar, Ronaldo era poucas vezes colocado em campo, até mesmo para ser preservado, porém esse fato o irritou. Então, o craque entrou em atrito com o comandante do PSV e logo depois se transferiu para o Barcelona, que já havia levado Romário.

Em seu meteórica passagem no PSV, Ronaldo marcou 54 gols em 57 jogos, uma das médias de gols mais impressionantes de um atacante. Mesmo com esse feito, o jogador conquistou a equipe apenas um título, a Copa dos Países Baixos.

2000-2008: A supremacia holandesa do PSV Eindhoven

PSV Eindhoven na conquista do campeonato Holandês 2007-08.

 

O começo dos anos 2000 ficaram marcados pela supremacia do PSV em solo holandês. A equipe montou um time forte e multicampeão, conquistando por sete vezes a Liga de 2000 a 2008, sendo quatro vezes consecutivas, de 2005 a 2008.

Além de estar sempre conquistando o Campeonato Holandês no período, o clube ainda acabou levando a Copa uma vez, em 2004/05. Também ficou com três Supercopas, em 2000, 2001, 2003 e 2008.

O time base contava com o retorno do ídolo Cocu, além de nomes como Park-ji Sung, Van Bommel, e dos brasileiros Alex, o zagueiro, e o goleiro Gomes.

Champions 2005: PSV sofre derrota nas semifinais para o vice-campeão Milan

Em 2005, ainda com a base que dominava a Holanda, o PSV buscava o seu 3º título da Champions League. Na fase de classificação, passou fácil pelo Estrela Vermelha, 3 a 2 fora e 5 a 0 em casa.

Na fase de Grupos, avançou na segunda posição em uma chave com Arsenal, Panathinaikos e Rosenborg. Nas oitavas, duas vitórias sobre o Monaco, 1 a 0 e 2 a 0. Nas quartas, mais uma vez um clube francês, o Lyon. Com duplo 1 a 1, a decisão foi para os pênaltis e o PSV avançou por 4 a 2.

Nas semifinais, o adversário foi um poderoso Milan, de Kaká, Maldini, Crespo e companhia. Na Itália, 2 a 0 para os mandantes. Na volta, o PSV foi empurrado pela sua torcida e até venceu, 3 a 1. Porém, pelo gol levado em casa o clube foi eliminado, dando adeus ao sonho do segundo título da Champions League.

Era pós-2008: relativo equilíbrio na disputa Ajax x PSV Eidhoven

No ano de 2009, o FC Twenty, clube que nunca havia ganhado o Campeonato Holandês, quebrou a hegemonia do PSV, que vinha de quatro títulos seguidos. A “modesta” equipe fez uma campanha histórica, somando 86 pontos ganhos. O Ajax veio na sequência, com 85, e o PSV ficou apenas em 3º com 78 pontos conquistados.

O período pós 2008 ficou marcado por equilíbrio, com o Ajax conquistando muitos títulos e batendo de frente com o PSV, que voltou a conquistar título apenas na temporada 2011/12, quando levou o Campeonato Holandês e a Supercopa da Holanda.

Lapidador de grandes craques

PSV Eindhoven é conhecido por lapidar grandes craques.

Curiosamente, o PSV foi o primeiro clube na Europa de Romário, então com 22 anos e de Ronaldo, com 17, e ambos, após se destacarem na Holanda, também partiram para o mesmo destino, o Barcelona.

Após eles, outro grande craque que foi pincelado no clube foi Ruud Van Nilsteroy. Ele ficou no clube de 1998 a 2001, onde anotou 76 gols em 90 jogos. Diferente das outras duas lendas, o holandês não saiu para a Espanha, mas sim para a Inglaterra, indo defender o Manchester United.

O PSV sempre foi um grande lapidador de grandes craques. Além dos citados, teve papel fundamental na carreira de lendas como Ruud Gullit, Robben, Cocu, Van Bommel, dentre outros diversos nomes de bons jogadores, como Park Ji-Sung.

Maiores técnicos do clube

Maiores artilheiros do clube

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