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(1962) Santos x Botafogo/RJ: O maior jogo do mundo!

4 de setembro de 2021
Símbolos do maior Santos e Botafogo da história.

Índice

  • 1 Santos: O melhor time do mundo
    • 1.1 Um elenco cheio de estrelas sob a regência de Pelé
  • 2 Do outro lado o Botafogo/RJ, o principal candidato para barrar o Peixe
    • 2.1 Glorioso também base da seleção brasileira
  • 3 Taça Brasil 1962: Santos e Botafogo alcançam a final!
    • 3.1 Garrincha fora do primeiro jogo!
  • 4 A primeira parte do “maior jogo do mundo”: Duelo de tirar o fôlego!
  • 5 No segundo jogo, Botafogo/RJ leva a melhor
    • 5.1 Pelé bem marcado passa em branco
  • 6 No confronto derradeiro, Santos não tomou conhecimento do rival
    • 6.1 Rei Pelé comanda o baile!
    • 6.2 Botafogo/RJ até que tentou parar o Santos
    • 6.3 O drama de Mané Garrincha
  • 7 Santos x Botafogo: O Maior Jogo do Mundo

Por Leonardo Silva em colaboração com Arnaldo Rocha

Quem vivenciou as décadas de 1950 e 1960, viu uma época de ouro do futebol brasileiro. Mais exatamente entre o final dos anos 50 e início dos anos 60, o que se viu no Brasil foi um dos maiores momentos do futebol brasileiros, quiçá mundial, com duas equipes que se tornaram referência no quesito futebol arte.

Santos Futebol Clube e Botafogo/RJ eram verdadeiros esquadrões que escancaravam a beleza do futebol brasileiro sob liderança de dois gênios do futebol. Nada mais nada menos do que o Rei Pelé e o anjo das pernas tortas, Garrincha. Eram dois times que representaram uma era mágica do futebol brasileiro, a base da seleção brasileira que se tornaria bicampeã mundial, em 1958 e 1962.

E em 1963, protagonizaram aquele que ficou conhecido como “o maior jogo do mundo”. Em três jogos eletrizantes, válidos pela final da Taça Brasil do ano anterior, as duas equipes provaram porque o futebol brasileiro era o melhor do mundo no período.

 

Santos: O melhor time do mundo

Santos FC, 1962. pic.twitter.com/XYALqtpG0Z

— Valeria Rodríguez (@Valrodriguezv_) May 1, 2021

Em 1962, o Santos passava por um dos melhores momentos de sua história . Comandados por Pelé, na companhia de outros grandes craques, a equipe dominou o cenário nacional entre o final da década de 1950, até meados dos anos 1970.

Nesse período a equipe colecionou diversos títulos no Brasil e no exterior, sendo inclusive convidados com frequência para realização de diversos torneios amistosos. E foi justamente no ano de 1962 que o Santos viveu o ápice dos seus momentos de glória, com a conquista de sua primeira Copa Libertadores da América e do Mundial Interclubes.

A equipe também vinha de outras conquistas importantes, como o tricampeonato paulista (1960, 1961 e 1962), e a Taça Brasil de 1961. Em excelente fase o Peixe estava mais uma vez classificado para a disputa da final da Taça Brasil , desta vez contra o Botafogo/RJ.

 

Um elenco cheio de estrelas sob a regência de Pelé

O Santos Futebol Clube contava com um elenco repleto de estrelas. O time base alvinegro praiano naquele período era formado por: Gilmar; Lima, Mauro e Dalmo; Calvet, Zito e Mengálvio; Dorval, Coutinho, Pelé e Pepe. No banco, o lendário técnico Lula.

Para se ter uma ideia da força deste time, sete destes jogadores também serviram a seleção brasileira bicampeã do mundo em 1962, no Chile. Eram eles: o goleiro Gilmar, Mauro, Zito, Mengálvio, Pelé, Coutinho e Pepe. Dessa forma, não é nenhum exagero dizer que a aquele time do Santos era uma verdadeira seleção.

 

Do outro lado o Botafogo/RJ, o principal candidato para barrar o Peixe

#InfoHistória

Você já ouviu falar na seleção que o Botafogo tinha em 1962?

Em Pé: Paulistinha, Manga, Jadir,Nilton Santos, Airton e Rildo;
Agachados: Garrincha, Edson, Quarentinha, Amarildo e Zagallo.

Grandes jogadores da história do clube e do Brasil nesta imagem. pic.twitter.com/cgt8pcIxH2

— Canal do Medeiros (@CanalMedeiros_) May 15, 2020

Assim, como o rival alvinegro paulista praiano, o Botafogo/RJ vivia uma das melhores épocas de sua história, com a conquista de importantes títulos no período. Dentre eles: o bicampeonato carioca de 1961 e 1962, e o torneio Rio-São Paulo, também conquistado em 1962. O time de General Severiano era o principal time do Rio naquele momento e o único capaz de medir forças contra o Santos de Pelé.

Sem contar que, no início daquele ano de 1962, o time da Estrela Solitária havia vencido o próprio Peixe em um amistoso, pelo placar de 3 a 0. Com dois gols de Amarildo e o outro de China. Dessa forma, era o principal time naquele período capaz de rivalizar com o Santos. Situação que mudaria poucos anos depois, com a ascensão da primeira Academia do Palmeiras.

Glorioso também base da seleção brasileira

Se de um lado o Santos de Pelé tinha um elenco recheado de craques, o time de General Severiano também não ficava atrás. Além de Mané Garrincha, o gênio das pernas tortas, completavam aquele brilhante time: Manga, Rildo, Zé Maria, Nilton Santos, Ivan, Airton, Edison, Quarentinha, Amarildo e Zagallo. O técnico era Marinho Rodrigues, que foi jogador do próprio Botafogo.

Entre os jogadores da Estrela Solitária que sempre estavam presentes nas convocações da seleção brasileira, estavam a “Enciclopédia” Nilton Santos, Didi, o inventor da “Folha Seca”. Além de Garrincha, Zagallo e Amarildo, também presentes no bicampeonato mundial de 1962.

Didi, o príncipe etíope, que já vinha caminhando para o final da carreira, mas com o passe ainda vinculado ao Botafogo, passou uma temporada no Sporting Cristal/PER, antes de retornar ao Glorioso.

 

Taça Brasil 1962: Santos e Botafogo alcançam a final!

Os dois maiores times na história do Brasil, Santos e Botafogo/RJ era a base da seleção brasileira entre os anos de 1958 e 1962! pic.twitter.com/g1p69qubjm

— Lendas do Futebol (@futebol_lendas) June 25, 2021

Como eram os atuais campeões dos estaduais mais prestigiados do país, Santos e Botafogo garantiam assim, e automaticamente, uma vaga direta para a fase final da Taça Brasil de 1962 (o então Campeonato Brasileiro da época). No lado da chave do Peixe, o Santos empatou com o Sport, em 1 a 1, na Ilha do Retiro, para depois garantir seu passaporte para a grande final após bater e golear por 4 a 0 no estádio da Vila Belmiro.

Do outro lado, após empatar os dois primeiros jogos em 2 a 2 com o SC Internacional, em partidas realizadas no Maracanã e no Olímpico, respectivamente, o Fogão bateu o Colorado por 2 a 0 no jogo desempate. Também realizado no estádio do rival Grêmio.

O calendário do futebol brasileiro era bastante bagunçado na época. Enquanto o Botafogo disputava a série semifinal contra o Internacional, em novembro de 1962, o Santos enfrentaria o Sport apenas em janeiro do ano seguinte. Sendo que as finais da Taça Brasil de 1962 começariam a ser disputadas apenas em março de 1963. Com o jogo derradeiro disputado em 2 de abril.

Garrincha fora do primeiro jogo!

Na foto, #Garrincha em pose para foto oficial da delegação brasileira que partiria para a #CopadoMundo de 1962.

O Brasil saiu com o título, e Mané acabou como artilheiro e Bola de Ouro do torneio. pic.twitter.com/8xDY70dJbW

— Lendas do Futebol (@futebol_lendas) June 26, 2021

Manoel Francisco dos Santos, o Garrincha, voltou do Chile como herói na conquista do bicampeonato mundial. Artilheiro e eleito também o melhor jogador do torneio. Porém, o clima em General Severiano não era dos melhores. Com muitas propostas de clubes do exterior desde a brilhante campanha no Chile, Mané estava em pé de guerra com o clube.

O jogador, aconselhado pela então companheira Elza Soares, exigia do Botafogo uma valorização salarial e o pagamento de prêmios atrasados. Suas declarações polêmicas às rádios e jornais da época lhe custaram uma multa de 60% sobre seu salário, além da suspensão do contrato. Tudo isso às vésperas da primeira partida decisiva da Taça Brasil.

 

A primeira parte do “maior jogo do mundo”: Duelo de tirar o fôlego!

Foi no dia 19 de março de 1963 que estariam frente a frente as duas maiores equipes do Brasil no período. Era uma final super aguardada, e que preencheria todas as expectativas de torcedores e críticos. Santos e Botafogo fizeram uma verdadeira final. Em confronto realizado no estádio do Pacaembu, o Botafogo logo deu a sua cartada inicial ao abrir o placar com Quarentinha, de falta, aos 13 minutos de jogo.

Porém, ainda no primeiro tempo, o Santos usou do mesmo remédio para empatar a partida com Pepe, o “Canhão da Vila”.

Após a igualdade na etapa inicial, o Peixe voltou de forma avassaladora para o segundo tempo. Com um minuto, o artilheiro Coutinho virou para o Santos, e como se não bastasse, Dorval faria o terceiro gol do Peixe pouco tempo depois, dando a impressão de que o duelo estaria resolvido.

Entretanto, o Botafogo não se entregou, e Amarildo diminuiu para os cariocas, aos 21. Mas, aquele parecia ser mesmo o dia de Pepe, que marcou o quarto gol do Peixe, em um arremate de 40 metros, ampliando a vantagem para 4 a 2. Nos últimos minutos, ainda deu tempo de Amarildo, “O Possesso”, diminuir para a equipe do Botafogo em um dos jogos mais fantásticos da história, o “Maior Jogo do Mundo”.

 

No segundo jogo, Botafogo/RJ leva a melhor

Na segunda partida, que também era válida para o Torneio Rio-São Paulo, realizada no Maracanã, esteve presente um público de mais de 100 mil torcedores, que ansiava em ver o desfile de craques. O Santos Futebol Clube precisava apenas de um empate para garantir o título nacional. Já o Botafogo/RJ contava com o retorno de Mané Garrincha, e só a vitória interessava.

De fato, o anjo das pernas tortas foi a principal atração do Botafogo naquela partida. Embora ainda fora de forma, o craque protagonizou alguns lances plásticos, sofreu faltas e ainda carimbou a trave no segundo tempo. O duelo foi equilibrado, e o Botafogo abriu o placar com Édison, que aproveitou uma sobra e chutou cruzado, sem chances para o goleiro Gilmar. O clube alvinegro carioca saiu em vantagem para o intervalo.

Pelé bem marcado passa em branco

No segundo tempo o Santos voltou atacando, mas o Botafogo se mostrava mais organizado, se defendendo bem. Pelé não jogava mal, mas um senhor lateral de 38 anos, chamado Nilton Santos, marcava brilhantemente o Rei do Futebol. E em um lance de contra-ataque, o time de General Severiano ampliou a vantagem aos 14. Quarentinha chutou forte no canto direito de Gilmar, depois de ótima jogada de Amarildo.

Apático, o Santos não conseguia reagir e ainda viu o “Possesso” Amarildo, o melhor em campo, marcar o terceiro para o Botafogo/RJ. O Peixe só conseguiu diminuir no final da partida, devido a um gol contra do botafoguense Rildo.

Mesmo com a vitória carioca por 3 a 1 no segundo jogo do confronto, como a regra não priorizava o saldo de gols e sim o número de vitórias, a Taça Brasil de 1962  ainda não tinha um campeão definido. Santos e Botafogo teriam que realizar um terceiro jogo para saber quem ficaria com o título.

 

No confronto derradeiro, Santos não tomou conhecimento do rival

Santos e Botafogo no jogo derradeiro: o Peixe leva a melhor.

Em mais um duelo realizado no estádio do Maracanã, foi no dia 2 de abril de 1963 – desta vez para um público com cerca de 70 mil pessoas – que Santos e Botafogo/RJ se enfrentariam para decidir quem seria o grande campeão brasileiro do ano de 1962. E o terceiro jogo estava em aberto. Era um confronto entre a base da seleção brasileira, bicampeã mundial, decidindo com todos os melhores ingredientes, o melhor time do país.

Porém, o que se viu um verdadeiro show da equipe do Peixe, para comprovar aquele como o melhor time do mundo no período, sem sombra de dúvidas.

Logo aos 25 minutos da etapa inicial, Dorval abriu o placar para o Santos. Já no final do primeiro tempo, Pepe tratou de ampliar para os santistas, anotando 2 a 0, em um arremate de longa distância, característica do “Canhão da Vila”. Porém, contando com falha do mítico goleiro Manga.

Se no primeiro tempo o time da Vila dominou a partida, na segunda etapa não teria sido diferente. Coutinho anotou o terceiro gol da equipe do Peixe e – nos últimos 15 minutos de jogo – a estrela de Pelé brilhou. O Rei do Futebol anotou mais dois gols para o Santos e fechou o jogo com goleada para os santistas. De maneira avassaladora, o Peixe conquistava o seu segundo título brasileiro da história!

Rei Pelé comanda o baile!

Pelé havia passado em branco nas duas partidas anteriores. Porém, reservava para o jogo decisivo uma atuação espantosa, na mais pura manifestação do futebol arte, com participação direta em quatro dos cinco gols do time santista. No primeiro gol, o Rei atraiu a marcação de três marcadores antes de enfiar um passe na medida para Dorval, livre de marcação abrir o placar para o Santos.

Na jogada do terceiro gol, Zé Maria tentou passar a bola para Nilton Santos, mas acabou entregando de presente para Pelé, que passou a bola por entre as pernas do zagueiro e tocou para Coutinho, que chutou na saída do goleiro Manga.

Em mais uma jogada com a participação de Coutinho, o camisa 10 do Santos saiu do campo de defesa carregando a bola, e realizou uma bonita troca de passes com o camisa 9. Quando Manga saiu do gol para impedi-los, Pelé com um toque sutil encobriu o arqueiro botafoguense para marcar o quarto gol do Peixe.

No último tento santista, Pelé passou fácil por Jadir, chutou, a bola bateu no peito de Manga e se oferece novamente para Pelé liquidar a partida.

Botafogo/RJ até que tentou parar o Santos

O Botafogo/RJ iniciou a partida apresentando um bom futebol, mas o Peixe melhor encaixado em campo, aos poucos foi tomando conta da situação. E, com naturalidade, os gols foram saindo. A lesão de Rildo antes dos 20 minutos da primeira etapa, desestabilizou o sistema defensivo botafoguense. A sua saída puxou Nilton Santos para a lateral e Jadir entrou na vaga de quarto-zagueiro. Mas assim como Zé Maria, seu parceiro de zaga, teve uma atuação desastrosa naquela noite.

No ataque o time carioca até chegou a criar oportunidades de gols durante o primeiro tempo, mas a zaga do Santos estava bem postada, com o lendário goleiro Gilmar bem quando exigido. O time alvinegro carioca não conseguiu vazar a meta santista naquele dia. Já na segunda etapa o time de General Severiano ensaiou uma pressão, mas após sofrer o terceiro gol e já rendido em campo, o Botafogo pouco pode fazer – além de assistir o espetáculo santista em campo.

O drama de Mané Garrincha

Fora de suas condições ideias de jogo, Mané Garrincha esteve um pouco mais participativo do que nos jogos anteriores. Apareceu com dribles, algumas finalizações e quase fez um gol olímpico. Solitário após o jogo, o craque teve uma nova lesão no joelho constatada.

Além do Camisa 7, Mário Jorge Zagallo, o jogador mais cerebral daquele time, também não estava em uma noite boa, sendo completamente anulado por Dorval. Pouco produzindo em campo. E apesar dos cinco gols sofridos, sendo um deles uma falha clamorosa, o goleiro Manga foi um dos melhores jogadores do Botafogo/RJ em campo. Foi responsável por uma série de defesas difíceis.

 

Santos x Botafogo: O Maior Jogo do Mundo

Pelé e Garrincha, símbolos do maior Santos e Botafogo da história.

A atuação do Santos Futebol Clube foi tão impressionante que encantou a maioria dos amantes do futebol brasileiro, incluindo o jornalista Ney Bianchi. Em uma matéria no jornal “Fotos e Fatos”, segundo suas palavras, cada gol do Peixe foi uma verdadeira pintura.

“O Maracanã ainda não tinha visto tamanha exibição de futebol-arte, até quando, terça-feira, o Santos provou ser o maior time do mundo, aniquilando, por 5 x 0, o Botafogo, com Pelé abusando da condição de gênio”.

Nesta mesma publicação, o jornalista atribuiu a partida, o título de “maior jogo do mundo”.

Também citando o jogo, o grande Nelson Rodrigues disse que considerava um pobre diabo o sujeito que não assistiu aquele espetáculo, tecendo inúmeros elogios àquela brilhante atuação santista, sobretudo do Rei Pelé.

Ainda naquele ano de 1963, Santos e Botafogo/RJ voltariam a se enfrentar, agora por dois históricos duelos válidos pela Copa Libertadores da América, que seria vencida pelo Santos de Pelé. O Botafogo conquistaria a Taça Brasil apenas em 1968, em final disputada contra o Fortaleza, mas já sem Garrincha no elenco e como grande nome Paulo César Caju.

 

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Leonardo Silva
Leonardo Silva
Jornalista, apaixonado por esportes e sobretudo, pela história do futebol.

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In 1965, Manchester United and Liverpool faced each other in memorable matches for the First Division and the FA Charity Shield. The highlight was United's 3-0 victory at Old Trafford in April, with goals from Denis Law (2) and John Connelly, as well as a 2-2 draw in the Charity Shield in August.

This period was the peak of the rivalry in the 1960s, with both teams dominating English football under the leadership of Matt Busby (United) and Bill Shankly (Liverpool).

Here we have the best moments of the Red Devils' historic 3-0 victory over the Reds.

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Manchester United 3-0 Liverpool FC

First Division - Old Trafford
April 24, 1965
Audience: 55,772

Manchester United: Pat Dunne, Shay Brennan, Tony Dunne, Paddy Crerand, Bill Foulkes, Nobby Stiles, John Connelly, Bobby Charlton, Noel Cantwell, Denis Law, George Best. Manager: Matt Busby

Liverpool FC: Tommy Lawrence, Chris Lawler, Gerry Byrne, Tommy Smith, Ron Yeats (c), Willie Stevenson, Bobby Graham, Roger Hunt, Geoff Strong, Phil Chisnall, Peter Thompson. Manager: Bill Shankly

Goals: Denis Law (39', 58'), John Connelly (80').

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